sexta-feira, 23 de outubro de 2015

CONHEÇA OS 4 EXPERIMENTOS CIENTÍFICOS 
MAIS HORRIPILANTES DE TODOS OS TEMPOS
Temos que admitir que a ciência é algo incrível, e que não conseguiremos viver sem alguns inventos. Mas não pense você que ela só está à favor do nosso beneficio, algumas coisas sombrias e assustadoras faz com que gente conheça um lado maléfico que a natureza humana pode chegar. Acompanhe o post e conheça alguns experimentos que foram longe demais, e nós fazem refletir sobre o nosso comportamento.
Controle mental 4
A agência de inteligência Norte-Americana (CIA)  lançou um programa secreto nos anos de 1950, ganhando o nome de MKULTRA, visando um método com drogas e outras técnicas para conseguir alcançar o controle mental.
Foram 20 anos de pesquisa, a agência gerou alucinógenos, algumas drogas com poder de interromper o sono e técnicas de choque elétrico, tentando alcançar uma técnica de lavagem cerebral tão sonhada por eles. Foram mais de 150 pesquisas.
Cientistas testaram os efeitos do LSD em uma de suas pesquisas, oferecendo a substância para clientes que não estavam em sã consciência em algumas cidades do EUA. Outras vezes, obrigando viciados em heroína a tomarem o experimento.
Tudo isso veio ao conhecimento publico em 1973, quando o diretor da CIA Richard Helms pediu a destruição de absolutamente todos os documentos do MKULTRA. Conseguimos poucas informações sobre o projeto, porque parte dos documentos foram totalmente destruídos, e chegaram a mídia somente no ano de 1977, quando aproximadamente 20 mil páginas do programa foram expostos.

CÃES ZUMBIS

Não assista esse vídeo, se você for extremamente sensível ao seu conteúdo.
Na Segunda Guerra Mundial, na década de 1940 pesquisadores soviéticos revelou um vídeo de cães com suas cabeças decepadas, sendo mantidos vivos por várias horas. Sendo capaz de movimentar suas orelhas em respostas a sons e até mesmo lamber sua boca. Isso foi resultado de um sistema de circulação de sangue artificial.
Em 2005, os cientistas voltaram com parte desse experimento, formando um bando de cães zumbis. Eles “matavam” os bichinhos, drenaram todo seu sangue, e depois substituíram por soro fisiológico misturado com oxigênio e açúcar.
Passando-se três horas, os estudiosos conseguiram ressuscitar os animais com a ajuda de uma transfusão de sangue e choques elétricos. Depois de tudo, constatou que poucos animais sofreram danos permanentes, a maioria deles não apresentou se quer nenhum desgaste por conta da experiência macabra.
Segundo estudiosos, esse tipo de experimento um dia irá fazer com que pessoas que estão sofrendo com grandes hemorragias consigam se revitalizar com o tratamento.

BOMBAS DE MORCEGOS6

Na 2° guerra, estudiosos dos EUA inventaram uma sistema para a Marinha que investiu em treinar morcegos para “trabalhar” como bombardeiros contra japoneses.
Esse projeto explorava a “ecolocalização” dos animais, eles tinham todo trabalho de amarrar cintas com explosivos, treinando cada um deles para encontrar abrigos japoneses em sótãos e celeiros, explodindo completamente o local, sem se importar com quem estaria ali.
O projeto deixou de existir em 1943, período em que os EUA fez um considerável progresso no desenvolvimento das bombas atômicas, que já foi muito mais mortais.

ENFERMEIRAS DA MORTE7

Esse podemos dizer que foi um estudo psicológico social monstruoso, realizado por Charles Höfling no ano de 1966. Esse estudo comprovou o quando é fácil fazer com as pessoas façam o que você espera, não importa o que você irá pedir – basta que tenha autoridade.
Um medico desconhecido ligava nos hospitais e conversava com as enfermeiras que estavam trabalhando durante a noite, pedindo para que elas administrasse 2 vezes a dose máxima de uma droga que não era para aquele paciente. As enfermeiras desconheciam que a droga não era real, e que era na verdade pílulas de açúcar, e que o medico nem se quer era real.
21 das 22 enfermeiras obedeceram a ordem passada pelo suposto medico e deram a pílula aos pacientes, isso é, em sã consciência que aquela medicação causaria uma overdose fatal nos pacientes, mas mesmo assim, não discutiram, violando as regras do hospital, que impede que qualquer funcionário receba ordens por telefone.
O estudo comprovou o quanto uma suposta figura com autoridade consegue apagar os julgamentos éticos da muitas pessoas.