sábado, 19 de novembro de 2016

Esta é a pior pessoa que já viveu na Terra. Conheça sua história macabra...

No mundo podemos encontrar todo tipo de pessoa. Há algumas que se caracterizam por sua bondade e bom coração. Aquelas que acabam se prejudicando para ajudar aos outros. A maioria das pessoas do mundo são assim, mas infelizmente há outro tipo de personagem. Este tipo de pessoa se dedica a fazer o mal e não param de cometer atrocidades. Não importa a gravidade do ato, sempre haverá alguém capaz de executá-lo.
No artigo de hoje conhecerá um homem que cometeu todas as atrocidades que você está pensando. Dizem que ele é o pior homem que já pisou na Terra e não é para menos. O que ele cometia se quer possui nome e ele foi pior do que Hitler, Stalin e Franco. Se acha que está pronto para conhecer sua história, continue lendo o artigo. 
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Carl Panzram, um gigante de um metro e noventa e olhos frios cinzentos, embarcou em direção da Angola por volta do ano de 1920 para trabalhar como marinheiro mecânico. Depois de chegar a Lobito Bay, contratou meia dúzia de guias locais para que lhe acompanhassem em uma expedição de caça a crocodilos. Mas Panzram tinha outras presas em sua mente. Enquanto sua canoa ia rio abaixo, ele atirou em cada um dos membros da tripulação e os jogou para os crocodilos.
Este foi só um dos muitos crimes que ele cometeu. 21 assassinatos e mais de mil violações de crianças e adultos tiveram responsabilidade assumida por Panzram. Diferenciando-se de assassinos em série astutos como Ted Bundry ou Rodney Alcalá, Panzram foi completamente honesto: “Por todas estas coisas que eu fiz, não pedirei perdão. Eu odeio toda a raça humana, inclusive eu mesmo”. Quais outras atrocidades este selvagem cometeu? Você verá em seguida…
Mas é realmente possível ser tão mal assim? Sim, é possível. Pelo menos segundo os especialistas que o investigaram. Além desta confirmação, eles chegaram a conclusão de que tanta frieza pode ser resultado de sua infância. Nascido em 1891 em uma pobre família agricultora de Minnesota, Panzram foi vítima do abandono do seu pai quando tinha apenas 8 anos. Pouco tempo depois Panzram foi internado em um reformatório chamado Red Wing dedicado a melhorar o comportamento de jovens rebeldes.
Red Wing não educou Panzram adequadamente, e o apresentou ao sadismo já que lhe castigavam frequentemente com golpes e abusos. Estes frequentes castigos sofridos no reformatório lhe levaram a se dar conta de algo: “O mundo em que vivemos não vale de nada e eu vou passar por ele fazendo estrago a todos”, comentou Harold Schechter, um escritor especializado em assassinos em série. Vamos conhecer mais de perto este personagem tão deplorável…
Depois de se formar, passou vários anos dormindo em trens de carga. Durante uma viagem em um vagão de carga ele foi abusado por vários espectadores tornando-se “um garoto mais triste, mais doente, mas mais sábio”. Em 1915 ele viajou através de Idaho, Califórnia e outros estados ao longo do rio Columbia, queimando e roubando os edifícios e abusando de um número incrível de jovens e crianças. A vingança que ele tinha preparado para a humanidade não tinha limites…
Quase simultaneamente, Panzram foi condenado a sete anos de prisão na Penitenciária Estadual de Óregon. Foi uma sorte ele ser capturado pelas autoridades. Para castigar sua indisciplina, os guardas penduraram Panzram nas vigas por várias horas, o enclausuraram em um porão e o mantiveram em prisão solitária por várias semanas, deixando-o se alimentar apenas de baratas. Tudo isto o enfureceu ainda mais. Nada o deteria em sua vida…
Não muito tempo depois de escapar em 1918, Panzram cometeu seu primeiro assassinato. Em Nova York ele contratava marinheiros para trabalhar em um iate e, em seguida, os ajudava a dormir sob o efeito de álcool para que fossem assassinados posteriormente. Pouco tempo depois ele embarcou rumo a Angola onde abusou e matou uma criança antes de sair para sua expedição aos crocodilos. Um ano depois ele se escondeu à bordo de um navio com destino a Lisboa. Ao saber que a polícia o procurava por seus crimes na África, ele embarcou como clandestino para os EUA.
Em 1928 Panzram foi detido por uma série de roubos e foi preso em Washington D.C. Depois que um guarda descobriu que ele estava tentando escapar, eles o algemaram e o bateram até deixá-lo inconsciente. “Nada foi agradável em sua vida”, disse John Borowski, que dirigiu o documentário em 2012 “Carl Panzram: O espírito de ódio e vingança”. Com o tempo, Panzram se tornou amigo de um guarda da prisão, chamado Lesser, que lhe pediu para contar a história de sua vida…
Panzram foi condenado a 25 anos de prisão na Penitenciária de Leavenworth, no Kansas. Ali ele esmagou o crânio do capataz Robert Warnke com uma barra de ferro, o que lhe levou direto para o corredor da morte. Depois de anos de abusos, poderia se afirmar que tudo isto era uma forma de suicídio. Panzram conseguiu a morte que almejava em setembro de 1930. “Apresse-se, seu bastardo, você poderia matar 10 homens de olhos fechados e não se dá conta do que está acontecendo ao seu redor?!”, lhe disse o carrasco em seus últimos momentos.
Além de ajudar os criminologistas a entender melhor a mente de assassinos como Panzram, a autobiografia desta pessoa serve de lição para todos. Isto se dá porque ainda há relatos de abuso de prisioneiros em algumas prisões norte-americanas. “Se trata de impedir que gerações futuras criem mais monstros como este”, disse um criminologista especialista, acrescentando que Panzram, acima de qualquer outra coisa, deveria ter sido ouvido.