sábado, 19 de novembro de 2016

O Necronomicon, o livro mais perigoso da humanidade, foi revelado...

O ator americano H. P. Lovecraft, através de diferentes novelas, descobriu um livro que tinha fórmulas mágicas para invocar o sobrenatural, além de poder dominar completamente a relação espaço-tempo. Muitas pessoas tentaram encontrar uma cópia impressa desse livro misterioso, mas ninguém conseguiu. Esse livro é considerado pelos especialistas como um dos mais perigosos da humanidade. As ideias horríveis e mistérios obscuros que oculta em suas páginas podem levar seus leitores à demência e até mesmo à morte. 
Seu nome é Necronomicon: além de profecias premonitórias, o livro contém encantamentos que, nas mãos erradas, podem criar um dano irreparável. É um livro que revela a realidade aterradora da história do mundo, além de rituais secretos que arrepiariam os seus cabelos. Lovecraft, através de suas novelas, despertou o interesse de seus seguidores pelo Necronomicon. Com o tempo, sua existência foi discutida, mas agora o temos aqui... 
Os especialistas fizeram teorias sobre esse livro e, com os anos, apareceram muitas cópias falsas. Para sabermos qualquer coisa dele, temos que nos focar em Lovecraft. O Necronomicon de Lovecraft é uma obra de ficção, mas na introdução do livro, há pistas sobre a verdade que existe por trás da ficção. Segundo muitos especialistas, Lovecraft tinha consciência de que não era apropriado revelar essa verdade através de seus relatos de ficção. 
Lovecraft disse que o Necronomicon foi escrito no ano 700 por um árabe louco, cujo nome era Abdul Al-Hazred, em Damasco. Também era conhecido como Ibn al-Rawandi ou Rhazes. Rhazes nasceu no ano de 827 no norte do Afeganistão. Sua religião era o Islão e ele se dedicou a estudar o sofismo, árabe e o gnosticismo cristão. Ele escreveu vários livros, tanto sobre teologia como sobre filosofia, dos quais só nos restou fragmentos. Mas esse livro foi o cúmulo de toda a maldade do mundo... 
Depois de vários anos estudando ciências ocultas, Rhazes começou a fazer peregrinações a lugares remotos e selvagens. Passou vários meses com um mestre desconhecido antes de desaparecer por mais de 10 anos no deserto vermelho de Rub ‘al Khali. Segundo disse, viveu durante esse tempo na mítica cidade perdida do Irã, onde estudou os ensinamentos antigos e secretos. Depois, viajou ao Egito e visitou suas cidades mais importantes: Alexandria, Cairo e Mênfis. Rhazes dedicou o resto de sua vida às ciências ocultas e a escrever seu livro, “Al Azif”. 
O livro foi proibido por seu conteúdo e todas as cópias conhecidas foram destruídas. No início do ano 1100 AD, o Al Azif foi traduzido para o grego, provavelmente no mosteiro de São Paulo, o ermitão, no Egito, com o nome de Necronomicon. Em 1211, a tradução grega foi proibida e todas as cópias conhecidas foram queimadas por ordem do patriarca de Constantinopla, Miguel IV. Por que ordenaram que fosse destruído? O que esse livro escondia? 
No início do século XIV, o Al Azif foi traduzido para o latim por Arnaldo Vilanova. Em 1389, o Papa Bonifácio IX proibiu todos os livros relacionados ao Al Azif; suas ordens foram de queimar todos os exemplares que pudessem encontrar. Mas dizem que a tradução grega do Necronomicon chegou à Rússia durante a caída de Constantinopla em 1453. Aparentemente, o livro permaneceu na biblioteca privada do czar até a queda do império.
Há rumores de que até mesmo Rasputin possuía um desses livros, presente da terceira esposa do czar Nicolau. Só se conhece a cópia do texto original em árabe “Al Azif” e a tradução grega, que foi proibida, destruída ou roubada quando os beduínos saquearam o monastério de São Paulo e a biblioteca foi queimada em 1448. Em 1541, o alquimista alemão Teofrasto Paracelso fez sua própria tradução em alemão. Para que o livro fosse traduzido tantas vezes, devia conter algo incrível...
Uma cópia do livro de Paracelso foi obtida pelos suecos em Praga em 1648, mas foi completamente destruída no grande incêndio do palácio real de Estocolmo em 1687. Além disso, no século XVII, o místico inglês John Dee o traduziu para o inglês; o texto não foi publicado até depois de sua morte. Outra das versões mais populares se chama Simon Necronomicon, de Avon Books, em 1977. Este livro é uma versão mais resumida, mas ainda descreve coisas fascinantes. 
E se dissessem que você pode lançar bolas de fogo ou dominar as águas? O livro te ensina a fazer isso. Além disso, você pode controlar a mente dos outros, ficar invisível e até mesmo se transformar num animal. O pior é a parte de venenos e rituais pagãos. As razões pelas quais decidiram criar sua própria versão do Necronomicon é desconhecida. Mas muitos disseram que é algo mais do que o simples objetivo de ganhar dinheiro... 
O livro tratava da mitologia suméria, mas na verdade continha a mitologia babilônica e em sua introdução identificou os Grandes Antigos e outras criaturas introduzidas nos mitos de Lovecraft com deuses e demônios sumérios e babilônicos. As histórias apresentadas no livro eram uma espécie de mitos mesopotâmicos e uma história sobre um homem desconhecido chamado de “o árabe louco”. Além disso, encantamentos cruéis e rituais para alcançar a vida eterna são descritos com clareza. 
Todas as cópias conhecidas são mantidas ocultas e não estão disponíveis. Qualquer tentativa de divulgar o conteúdo do Necronomicon terminou em tragédia porque os acidentes são atribuídos à maldição que parece acompanhar o livro. O Necronomicon ainda é procurado por algumas pessoas, enquanto que outros aceitam como autêntico um dos que foram publicados recentemente, e o que é pior, colocam seus rituais em prática. 
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Fonte: StarStock/ Imgur